Dicas – alimentação

Como prometido, algumas dicas das duas cidades que visitamos.

Começando por Paris:

Alimentação: não podemos deixar de lado né heh.. afinal, TEMOS que comer nessa vida. Próximo de nosso hotel, achamos um restaurante com comida italiana. O prato do dia é sempre mais barato, mas o menu tem preços bem acessíveis. O prato é somente o prato heh, não tem acompanhamentos. Se você pensa em perguntar se tal prato serve tantas pessoas, esqueça. O prato é individual, vem uma porção bem generosa, mas serve uma pessoa apenas. Procurando bem, existem restaurantes com pratos no valor de 10 euros para menos. Lugares com pratos a preço de 13, 14 euros, a gente já achava caro e nem entrava. A bebida, no caso o refrigerante, fica na base de 4,50 euros, esse foi o mais caro que pagamos, mas poderia achar mais barato.
A baguete é dura, se puderem escolher, peçam sanduíche de panini, eles colocam na chapa para prensar enrolado em papel alumínio, dependendo do recheio é gostoso.
Se decidirem comer lanche na rua, comprem o sanduíche na rua mesmo. Não entrem no lugar para serem atendidos por garçom. A conta acaba sendo mais cara, por taxa de serviço e o próprio sanduíche fica mais caro.
Comemos croque monsieur. É parecido com um misto quente, mas vem muiiiiiiito queijo em cima. É um sanduíche quente e macio. Salada é o acompanhamento. No café próximo ao nosso hotel, além da salada, uma porção de batata frita vinha junto. O tamanho do pão também depende do lugar em que é feito.
A diferença de croque monsieur e croque madame, é que no madame vem ovo junto, e é mais caro, claro…
Sobre pratos com entradas ou sobremesas, é possível encontrar o valor fixo e você escolhe: entrada + prato do dia, ou prato do dia + sobremesa.

Acho que de alimentação é isso que tenho a dizer.

Aos poucos coloco mais dicas… locomoção, pontos turísticos…

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Troca da guarda, hard rock café

Saímos do hotel com o destino certo: pegar o big bus e descer somente no palácio de Buckingham para ver a troca da guarda.

Ainda bem que antes da viagem eu achei a “programação” da troca. No mês de fevereiro elas aconteciam em dias alternados, os ímpares do mês. Muita gente não sabe disso e às vezes dá de cara com o portão vazio…

Tivemos que fazer uma troca de ônibus no meio do caminho, pegando outra cor de linha, senão não dava para chegar a tempo de ver nada.

A multidão era grande, chegamos lá e já estava acontecend. Mas como acontecem várias entradas e saídas do palácio, deu para ver bastante coisa. O uniforme dos guardas não era o vermelho tradicional, estava cinzas, talvez (eu não sei) por causa do tempo, que estava chuviscando e muito frio. É tudo muito organizado, os policiais fazem o esquema de fechar ruas, orientar os curiosos, para não atrapalhar nada. Na calçada bem em frente ao palácio, deve-se deixar um corredor para que as pessoas possam passar, e se alguém para ali, a policial de cavalo já vem e fala para circular hauahuauha…
Mas é isso, a troca não tem nada demais quando nenhum rei, rainha, príncipes e princesas não aparecem. Os guardas, entram e saem, a banda toca, depois sai também, carruagem com ‘desconhecidos’ entram e por aí vai, mas quem for a Londres e não ver a troca da guarda, não esteve em Londres hauahuhauahua…

Muito bem, passado 12hs, voltamos ao ponto do ônibus e esperamos para seguir planejamento do dia: hard rock café.
Passamos por mais alguns pontos turísticos, lojas interessantes e talz, finalmente conseguimos chegar.
O tempo de espera para uma mesa para 4 pessoas era de 45 minutos, mas eles fariam o possível para que isso apressasse heh… Eles dão tipo um bip (gigante heh) que acende e vibra quando a mesa está pronta. A gerente nos levou até a nossa, e logo fomos atendidos por uma garçonete grávida super barriguda e simpática. O clima do bar/restaurante é muito animado, a decoração, nem se fala né… roupas, guitarras, baterias, baixos, baquetas, discos de ouro de muitas bandas famosas… o som ambiente, não tão ambiente porque era alto heh, dominava o ROCK, graças à Deus.

Fizemos nosso pedido. Mãe, eu e Mony fomos no sanduíche, Peter foi na massa. E como estava bom. Muito bom mesmo!

Saímos dali e fomos direto à loja hard rock. Que perdição! Jaquetas, moletons, camisetas, roupas de crianças heh, bonés, chapéus, botons…….. Fiquei na camiseta tradicional mesmo heh… senão £££££££££££££££££££££££££££££££££££££££££²³¹²³¹²³¹²³¹²³…

Na quinta feira, eu e mãe ficamos na região do nosso hotel. Fomos à estação para ver como funcionava o trem que ia até o aeroporto, um mais barato do que nós usamos quando chegamos. Compramos as lembraças que restavam ser compradas, compramos nosso almoço, janta… e ficamos susse no hotel, fazendo conta$ e arrumando nossas malas.

Sexta feira cedo acordamos, nos arrumamos, tomamos nosso café e fomos à estação pegar o trem até o aeroporto. Chegamos lá em meia hora, tudo muito certinho, já sabíamos emitir o bilhete naquelas maquinas. Eu e mãe fomos fazer nosso check in e despachar nossas malas, Mony e Peter as deles. Fizemos o nosso muito rápido e ficamos esperando os dois. Quando a Mony me chamou para interpretar o que a moça falava heh.

A mala dela tinha ultrapassado os 23kg permitidos em voos chamados domésticos. Aí ela queria saber se ela pagava o excesso ou se arrumava a mala. Perguntei quanto era e entendi que era 8,50£, susse, a mony pagava. Mas a moça repetiu o valor, aí entendi o porque ela se espantou quando disse que pagava… a multa era de 87£! Aí mudou tudo ahuahauhua… aproveitamos e pesamos a mala do Peter também, tinha passado 5kg do permitido.
O que a moça nos sugeriu:
– Colocar o excesso em uma das malas e pagar apenas uma vez 87£
– Colocar o excesso nas nossas malas de mão e não pagar nada
– Comprar uma nova mala de mão e colocar todo o excesso lá

Foi o que fizeram. Compraram uma mala daquelas que o povo fica arrastando para lá e para cá e atrapalha na hora de colocar no bagageiro do avião hauahuahuuah…
Abriram as malas e colocaram o que achava que seria o peso. Peter foi pesar e tudo certo, dentro do limite. Essa malinha de mão deles ficou com 11kg, ainda bem que não pesaram hauahuahuha.

O problema: ter comprado bilhete separado, pois assim foi considerado voo doméstico. Se o bilhete fosse direto para o Brasil, mas com conexão em Londres, não teria problema, o limite era de 32kg.

Tudo certo, agora era só passar pelos detectores e aguardar embarque.

O voo foi muito rápido, saímos atrasados e chegamos na hora prevista se tivessemos saído na hora. O melhor pouso de todos os voos que fizemos.

Foi tão bom ouvir o francês novamente heh… Todos respondendo nossos bonjour…, nós respondendo merci…

Chegamos no terminal 2b e tínhamos de ir até o terminal 1, e era longeee.
Perguntamos como fazer essa travessia e seguimos as placas heh. Pegamos um trem que passa por todos os terminais e estacionamentos do aeroporto. Como nosso aeroporto de Curitiba é minúsculo ahuahuahuahua.
Chegamos no terminal correto e achamos pelo guichê da TAM. Soubemos o horário que o check in iria abrir e ficamos no aguardo.

Esperamos pelo horário do check in. Nisso, comemos. Com muita dificuldade, trocamos nossas últimas rainhas, depois esperamos pelo horário de embarque.

Nos detectores de metal, a mãe e a mony já tinham sido ‘barradas’. Em Paris, para voltar para o Brasil, foi a minha vez heh.

Vários voos da TAM sairiam de Paris, direto para o Brasil. Dois para São Paulo e um para o RJ. O embarque para o RJ já estava acontecendo, quando apareceu um rapaz louco e preocupado que tinha perdido o passaporte. Uma funcinária da TAM estava com ele procurando por toda a sala de espera, demos uma olhada no chão e nada. O piá estava muito nervoso. Eu vi o jeito que ele se vestia, os tênis para fora da mala de mão e pensei: esse não é muito organizado… Parece que ele conseguiria embarcar com a carteira de motorista, quando apareceu ali perto de nós e ouvimos que o passaporte dele estava na canela dele, por dentro da calça… ¬¬ BINGO! o organizado pensou ter colocado o passaporte no bolso e escorregou pela calça, ainda bem que a calça não era boca de sino hauahuahuah.

Embarcamos, foi tão bom ouvir português de toda a equipe. Fomos até nossas poltronas e esperamos pelo serviço.
Recebemos nosso kit meia, escova de dente, pasta de dente e escova de cabelo. Formulário para passar na Aduana em São Paulo…

Antes das 23hs, nosso jantar foi servido: salada, massa ou carne ou frango, pãozinho quentinho e manteiga, sobremesa (mousse de chocolate com cobertura de laranja). Tudo muito gostoso.

Assisti ao filme que eu queria ver na ida: Conviction. Muito bom. A irmã estuda Direito para libertar o irmão que foi condenado à prisão perpétua. História verídica.

Chegamos em São Paulo depois de 12hs de voo, passamos pela polícia de imigração, tranquilos pela alfândega com nada a declarar. Um cara que estava na nossa frente, estava sozinho com umas 4 malas gigantes e sem nada a declarar, a agente pediu para que ele fosse naquele lugar para verificação de conteúdo das malas heh…

Logo fizemos nosso check in em São Paulo e novamente aguardamos pelo embarque. O voo foi susse, super rápido que quase não deu tempo de servir o café da manhã. O pouso, foi o PIOR de todos hauahuahuahuah… balançou um monte, mas logo parou.. UFA.

Esperamos pelas malas na esteira, logo a minha e a da mãe chegou, que felicidade. Veio a nova da mony, a grande que ela levou daqui e demorou um pouco para aparecer a do peter, mas ela veio heh.

Saímos juntos, logo o tio Juan (pai da Mony) veio, vi a vó de longe, a sir olhando pela outra porta hauahuhuahuahua enganamos eles heh. E aí foi né. Nos despedimos de nossos companheiros de viagem e viemos para casa.

Ufa.. é isso ae gente… consegui contar, mesmo que um tempo depois como foi nossos dias em Londres e o nosso retorno.

Como esse post está extenso, em um próximo vou colocar dicas, falar sobre nosso hotel em Londres, localizações e talz.

Aguardem

shi

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Big Bus

Decidimos então usar um serviço que é similar à Linha de Turismo aqui de Curitiba.
Um dos pontos de parada era na esquina do nosso hotel e o serviço era o seguinte:

Linha Azul: foi a que nós usamos. Com gravação em vários idiomas, inclusive português, o “guia” nos orientava onde estávamos, histórias dos lugares, quem morou onde, o que aconteceu ali, curiosidades. O ônibus era de dois andares, o superior era descoberto e dentro do ônibus tinha aquecimento… ufa heh… Podíamos descer e subir quantas vezes fosse o necessário. Cada um pegava um fone de ouvido para conectar nos bancos e escolhia o idioma. Também tinha voucher’s de desconto, mapas e talz.

Hahauhauhau, quando fui perguntar para o agente que vendia os tickets na rua, antes de embarcar foi em inglês, e logo após descobri que é brasieleiro de Goiânia e está lá já há 15 anos…

O ticket era válido para 48horas, ou seja, nós compramos próximo das 10h30 da terça e valeria até as 10h30 de quinta feira.

Ótimo, faltava ir até Greenwich, ver a troca da guarda e ir ao Hard Rock Café, dava perfeitamente para fazer terça e quarta.

Pagamos 26£ por pessoa e nisso estava incluso o uso do ônibus, walk tours free, e passeio quantas vezes quisesse no rio Tâmisa, e o último “ponto” que o barco fazia era em Greenwich, PERFEITO!

Pegamos o ônibus e já com destino certo: London Eye, para pegar o barco para ir até Greenwich, passando pela Tower Bridge.

Quando descemos do barco, me deu a impressão de que tínhamos chegado à outra cidade, mas na verdade ainda estávamos em Londres…

E a única coisa que queríamos ver em Greenwich, era a longitude 0°0’0″. Acabamos passando pela Universidade de Greenwich, onde vimos em uma Capela, duas estudantes tocando, uma na flauta doce e outra na harpa. Muito legal.

Fomos ao museu nacional marítimo, vimos algumas coisas e talz, mas ainda não era ali o ‘meio’ do mundo.

Quando nos dirigimos ao observatório nacional, o principal do dia. Era lááá em cima do morro, dá-lhe caminhada heh… Chegamos lá, vimos o relógio 24hs e a linha imaginária bem visível heh.

Voltamos até o pier e logo pegamos o barco de volta, como o último ônibus que ia para perto do nosso hotel era 17h15, decidimos descer do barco na Torre de Londres e pegar o ônibus. De longe, nós vimos o ônibus, mas ele saiu antes de nós chegarmos. Quando veio o outro, o motorista muito educado nos disse: YOU LOST THE LAST ONE. Mesmo assim embarcamos e fomos até o último ponto desse ônibus. Pelo que eu tinha visto no mapa, era próximo do nosso hotel, mas não na esquina hauhauhauhua… Guiei o quarteto até nosso hotel, mas nem entramos, fomos almoçar no Burguer King heh…

O último dia inteiro que poderíamos usar o ônibus, decidimos, e estava marcado porque em fevereiro acontecia nos dias ímpares, era a troca da guarda e hard rock café.

Um parênteses aqui, falando do hotel em Paris:

Era próximo da estação Oberkampf, da praça da liberdade. Mary’s Hotel era o nome. Para o preço que pagamos, foi bom. O quarto era de um tamanho bom, tinha banheira no banheiro, internet wi fi gratuito. O café da manhã já comentei em outro post. Mas 5 euros por café foi caro…

Comentar por que não postei ontem (era a minha intenção). Algo trágico aconteceu com o nosso cachorrinho Astro.

Numa de suas travessuras de subir no muro que divide o nosso quintal, um dos cachorros vizinhos (filas, pastores), conseguiu agarrar a guia dele e puxou para o terreno deles. Acuado, nada pode fazer, foi atacado. Nós também não pudemos fazer nada, não tínhamos o celular do vizinho para chamá-lo para afastar do Astro e nós pegarmos para levar ao veterinário. Um dos cachorros (o que brigava mais com o Astro quando ele subia no muro), ficou de guarda, e a cada mexida que o Astro dava, ele mordia o pescoço. Até matá-lo. Vi todo o sofrimento dele, sem poder fazer nada. Meu dog de estimação de 7 anos e meio que ficou aqui nos protegendo, encomodando, alegrando, foi para o céu dos cachorros ontem (27 de fev.).

Fiquei muito triste, pois foi logo após a minha volta da viagem. Mas acho que aproveitei essas 24hs que passamos juntos. Dormiu comigo parte da noite, com a mãe, no café da manhã eu dei colo para ele, fiz carinho nele, chamei-o de fedido e que ele precisava de um banho (eu que dou o banho nele, e só).

Às vezes isso aconteceu com ele, para nos proteger de algo maior. Acredito que ele foi no lugar de um de nós.

Quando eu chorava, ele vinha enxugar minhas lágrimas, agora choro por ele não estar aqui, fisicamente, mas ficará para sempre no meu coração.

É mais um amiguinho nosso que está em nosso quintal.

Agora ficamos só com a espevitada da Katita. Companheira.

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London Eye… e outros passeios por Londres…

Fazendo um esforço enorme em detalhar o máximo que eu puder sobre nossos passeios em Londres…

Dia 20 de fevereiro (domingo), como o tempo não estava tão lindo, sem sol, com um chuvisco chato, decidimos ir à Torre de Londres e à Tower Bridge.
Pegamos o metrô, já que da estação que era próxima ao nosso hotel (Paddington), era só pegar uma linha e desceríamos no local exato. Pegamos a linha amarela em uma direção, mas foi a direção errada, já que ela foi para a última estação. Esperamos um outro amarelo (dessa vez, o certo) e fomos direto.

Descemos e seguimos a galera heh, logo demos de cara com a Torre de Londres. Quem acha que vai enxergar algo alto, como uma torre deve ser, mude sua expectativa… Vimos o preço da entrada e desistimos logo: 18 £ por pessoa. Eu tinha voucher’s do 2for1, mas avaliamos que não seria interessante entrarmos, até porque era um museu, histórico da família real e em inglês… eu até entenderia algo, mas os outros, não…

Pulamos essa etapa e fomos para a Tower Bridge. Lá usamos pela primeira vez o voucher 2for1 e deu certo. Mostramos nossos tickets de metrô e pagamos ao invés de 7£ por pessoa, 3,50£. Vimos a história da construção dela e talz, tinha um desafio em uma das pontas da ponte que se fizesse 40 pontos acertando uma bolinha a uma distância, ganhava um brinde. Todos nós tentamos e o único que acertou alguma coisa (20 pontos), foi o Peter. Não ganhamos nada =(.
A Tower Bridge está em reforma na parte que sobe, não sei bem o que vão arrumar, mas ela não está abrindo por um bom tempo. Mas pudemos visitar a casa de máquinas dela, bem interessante.
Passeamos pela margem do rio Tâmisa, pela frente do London Dungeon, almoçamos, e como estávamos perto, fomos dar uma olhada na london eye. Vimos qual ônibus parava lá, para que no outro dia fôssemos pela superfície para poder ver mais da cidade.

Como combinado, no dia 21 (segunda), último dia do nosso ticket de metrô/ônibus, fomos à London Eye. Pegamos o ônibus 159 e paramos muito próximo. Andamos até a fila da london eye e qual foi a nossa surpresa: Mony esqueceu a bolsa no hotel. Lá foi ela e Peter para buscá-la e eu e mãe ficamos esperando. Demorou bastante até eles voltarem, pois decidiram ir de ônibus (trânsito infernal), ao invés de metrô…
Esperamos, eles chegaram novamente, compramos nosso ingresso e fomos primeiro ver um filminho 4D. Depois disso fomos direto para a fila da roda gigante. Esperamos um pouco e logo entramos em uma cabine. Nossa volta durou 30 minutos, como anunciado. O tempo estava meio nublado, não pudermos ver muito, mas foi o suficiente.
Saindo dali, bem ao lado tem o aquário de londres. Alguns peixinhos, tubarões, tartarugas, medusas e outras criaturas marinhas. Não voltaria lá hauahuahuahuha.
Almoçamos novamente no restaurante português/italiano e voltamos para o hotel…

*Nosso almoço era por volta das 17hs heh…

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Brasil, meu Brasil brasileiro

É isso ae gente, a zooropatour acabou, já estou no conforto da minha casa, com o meu notebook funcionando hauhauahuhauha….

Logo escreverei os posts sobre os dias em Londres e a viagem de volta, algumas dicas, impressões e comentários…

Aguardem.

Shi

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